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Megaesôfago pós-colocação de banda gástrica

setembro 13, 2017

Introdução

A banda gástrica é considerada um tratamento menos eficiente que a derivação gástrica em Y de Roux, mas ainda é utilizada pela facilidade de realização e pelo baixo índice de mortalidade peroperatória. A longo prazo, as complicações têm sido muito altas, tornando a cirurgia quase proibitiva.1

Apresentamos um caso de megaesôfago grau IV pós-cirurgia de banda gástrica para tratamento de obesidade mórbida.

Apresentação do caso

Paciente masculino, 53 anos, submetido a colocação de banda gástrica para tratamento de obesidade mórbida há nove anos. Há um ano começou a apresentar disfagia, refluxo, engasgo, tosse e chiado no peito.

Foi realizada endoscopia digestiva alta que mostrou esofagite erosiva, dilatação esofágica e constricção em corpo gástrico com dificuldade da passagem do aparelho. A constricção encontrava-se a 3 cm da transição esofagogástrica.

Realizou-se raio X contrastado de esôfago, estômago e duodeno, que mostrou esôfago dilatado (grau IV) e dilatação de porção proximal do estômago até onde encontra-se a banda gástrica já desinsuflada a 3 cm da transição esofagogástrica (figs. 1 e 2).